sexta-feira, 11 de junho de 2010

Electricidade nos distritos de Cabo Delgado

Electricidade de Moçambique investe na electrificação de distritos em Cabo Delgado.
A empresa Electricidade de Moçambique (EDM) está a investir cerca de 67 milhões de dólares num projecto de expansão de energia eléctrica da rede nacional a sedes de oito distritos da província nortenha de Cabo Delgado, disse o vice-ministro moçambicano da Energia.

O projecto, integrado na 3ª fase da expansão de energia eléctrica às regiões norte e centro daquela província, abrange os distritos de Nangade, Palma, Quissanga, Macomia, Mocímboa da Praia, Mueda, Muidumbe e Meluco, que, de acordo com Jaime Himede, deverão ficar ligados à rede eléctrica nacional até Fevereiro de 2011.

“Estes são os distritos que foram seleccionados para esta fase e os empreiteiros assumiram o compromisso de concluir os trabalhos de construção das subestações e das linhas de transmissão de energia até Fevereiro do próximo ano”, frisou o vice-ministro da Energia, citado pela imprensa moçambicana.

Nacala-a-velha

Brasileira Vale inicia estudo de impacto ambiental em Nacala-a-Velha, Moçambique

O estudo de impacto ambiental encomendado pela brasileira Vale relativo à construção de um porto em Nacala-a-Velha e de um ramal de linha férrea com 200 quilómetros vai ter início este mês, informou uma fonte do governo provincial do Niassa.

Verónica Langa, do governo provincial, disse que uma delegação da Vale manteve um encontro, na semana passada, na capital provincial Lichinga, com entidades governamentais, para tratar de questões ligadas aos dois projectos, que visam facilitar o transporte do carvão a ser extraído em Moatize até aos portos de embarque.

A concretizar-se, a linha férrea partirá da bacia carbonífera de Moatize, passando por Malawi, até ao porto de Nacala-a-Velha, através do qual o carvão mineral vai ser exportado, “mas tudo ainda se encontra na fase de estudos exploratórios”.

Langa disse ainda que, em Setembro próximo, vai ser realizado um estudo sobre o impacto socioe-conómico destes empreendimentos, tendo relaçado que a reconstrução da linha férrea Lichinga-Cuamba está dependente dos resultados da pesquisa do carvão de Maniamba, no distrito do Lago, no Niassa.

No encontro da semana passada em Lichinga, foi decidida a criação de uma comissão integrada por representantes do governo provincial do Niassa e da Vale para facilitar a realização das actividades acordadas.

Refira-se que Tete é considerada a maior província carbonífera não-explorada do mundo, com reservas de classe mundial, estimadas em cerca de 2,4 mil milhões de toneladas, que permite a extracção de carvão de coque e energético.

sábado, 5 de junho de 2010

Complexo comercial e residencial

O Conselho Municipal da Cidade de Nampula e grupo Royal Plastic, formalizaram, recentemente, o negócio da cedência do Estádio ‘25 de Setembro’ para dar lugar a construção de um complexo comercial e residencial.

Trata-se de um negocio fechado com a promessa de o grupo Royal Plastic construir um novo estádio municipal, a situar-se em Muhavire Expansão, a 7 km do centro da cidade, com capacidade para 35 mil espectadores, num investimento avaliado em cerca de quatro milhões e meio de dólares.

De acordo com as fontes municipais, a cedência daquele espaço, foi antecedida por intensos debates que não foram conclusivos envolvendo a Assembleia Municipal, os clubes da cidade, associações provinciais e sociedade civil, com a maioria a defender a manutenção do local e apelando ao Município para que encontrasse parceiros para a sua reabilitaçao total.

Por sua vez, o Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Castro Namuaca, afirma que "o negócio foi rentável para a cidade, uma vez que ela passará a ter um novo e moderno estádio, e com uma capacidade para acolher um maior número de espectadores ".

Gas Natural Bacia do Rovuma

A Anadarko descobre gás natural na Bacia do Rovuma, norte de Moçambique, offshore e vai começar a perfurar os blocos 2-4 na area da sua consessão (Area 1) em 2010.
Comunicado de imprensa do Ministério dos Recursos Minerais (MIREM) / Instituto Nacional de Petróleo (INP)

Anadarko Petroleum Corporation, operador (43,00%)
Ventures BPRL Moçambique B.V. (11,75%)
Rovuma Moçambique Cove Offshore Energy Ltd (10,00%)
E Mitsui & Espaço Moçambique P 1 Limited (23,50%)
Videocon Rovuma Moçambique 1 Limited (11,75%)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Provincias de Moçambique


1.Cabo Delgado (Pemba)
2.Gaza (XaiXai)
3.Inhambane (Inhambane)
4.Manica (Chimoio)
5.Maputo (Maputo)
6.Nampula (Nampula)
7.Niassa (Lichinga)
8.Sofala (Beira)
9.Tete (Tete)
10.Zambézia (Quelimane)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Fabrica de cabos em Moçambique

A Cabelte Portugal, prepara-se para construir em Moçambique uma unidade de fabrico de cabos de alumínio para o transporte de energia, adiantou Tiago Neiva de Oliveira, presidente do grupo com sede em Arcozelo, ao Negócios.

A Cabelte prepara-se para construir em Moçambique uma unidade de fabrico de cabos de alumínio para o transporte de energia, adiantou Tiago Neiva de Oliveira, presidente do grupo com sede em Arcozelo, ao Negócios.

O investimento, avaliado entre 10 e 12 milhões de euros, será realizado através da Cabelte Moçambique, na qual o grupo local Whatana detém 40% do capital, tendo sido acelerado durante a visita que o primeiro-ministro, José Sócrates, está a realizar a este país. A Whatana é liderada por Graça Machel, que foi mulher do líder histórico da Frelimo, Samora Machel, e é actualmente casada com Nelson Mandela. "Esperamos ter a indicação, por parte das autoridades do país, de que este projecto é de realce", adiantou Neiva de Oliveira.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

REN Portugal - Rede electrica em Moçambique

Outro projecto, mas de âmbito internacional, é a entrada no mercado moçambicano, participando no desenvolvimento das infra-estruturas eléctricas do país, de forma a abastecer todo o mercado da África Austral, a começar pela África do Sul. A REN Portugal quer ter uma participação na Rede Eléctrica de Moçambique, para a qual está «em conversações com várias entidades locais», nomeadamente o governo, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa e outras empresas privadas do país. «É um processo que começou há pouco tempo, estamos há algumas semanas a analisar estes dossiers e, a seguir ao Verão, teremos decisões».

Mas não fica por Moçambique. «A REN está, neste momento, a analisar todas as oportunidades de crescimento fora das suas concessões tradicionais porque tem um conjunto de competências de know-how que podem ser exportadas. O facto de estarmos a analisar projectos em Moçambique e, no futuro, noutros mercados emergentes pode ser uma forma de, não só fazer a empresa crescer no longo prazo, como levar várias empresas portuguesas a internacionalizar-se», rematou.